domingo, 7 de fevereiro de 2010

Da companhia eterna


Não me lembro de alguma vez tê-la chamado de amiga...
Certeza sempre constante de que a cegonha se perdeu em algum caminho e deixou uma em cada casa e precisamos de meia vida para o real encontro.
Eu já sentia sua falta muito antes de vc existir irmã.
Sentia falta de alguém que me olhasse com tanto amor que chegava a me comover, alguém que desse a mão no precipício e fosse capaz de falar: Se vc for, eu vou.
Ah como demorou... acho que irmãos de sangue são realmente pau para toda obra, mas não são carinho para toda hora não... não mesmo.
O cotidiano altera os componentes sanguineos.
Carol é tudo pra mim! É aquela que eu posso passar um mês sem falar, mas se precisarmos uma da outra, pode saber: o telefone vai tocar. E mesmo se não precisar, não aguentamos muito tempo longe.
Tenho uma preocupação fora do comum com Carol, menina boa demais e acha que todo mundo é assim... e não são. Tá cheio de maldade por ai... e me arrepia o fato de alguma delas te afetar, como já aconteceu.
Minha irmã, eu te amo e não sei dimensionar como meus dias são mais tristes sem a nossa convivência diária.
Siga sempre firme minha irmã e quando não estiver tão iluminado, me grita.
Estarei do seu lado. 

"Seja como for... deixa acontecer"

Um comentário:

Carolina Augusta disse...

Ah, mas assim vc me mata!!!
caceta da minha vida.
Irmã, somos boas.
e estamos aqui sempre!!!!

amei meu texto, adoro o jeito como vc escreve. é uma menina de amarelo mesmo! rs

Bjoka